"No próprio dia da batalha, as verdades podem ser pinçadas em toda a sua nudez, perguntando apenas;
porém, na manhã seguinte, elas já terão começado a trajar seus uniformes."

(Sir Ian Hamilton)



segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ROMANCE HISTÓRICO - O PORTO DISTANTE

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Uma dica de leitura.  O romance histórico imperdível, do meu amigo escritor pernambucano Paulo Afonso Paiva - O Porto Distante.


Durante a Segunda Guerra, quase toda a Esquadra brasileira – denominada de Força Naval do Nordeste – ficou subordinada à 4ª Frota americana, com sede no Recife. A guerra na Europa acabou em 8 de maio de 1945, embora os japoneses continuassem lutando no Oriente. Aviões e materiais bélicos ianques, que estavam na Europa, eram enviados para os Estados Unidos. No dia 4 de julho daquele ano, o Cruzador Bahia, que estava estacionado próximo aos Penedos de São Pedro e São Paulo - servindo de Estação de Comunicações para a Força Aérea americana explodiu. Em quatro minutos, soçobrou. Dos trezentos e setenta e dois tripulantes, só trinta e seis (menos de dez por cento), sobreviveram.

O Inquérito apontou “erro de tripulante, manejando metralhadora antiaérea”.

Sessenta e oito anos depois, o autor, Oficial de Marinha (Retirado), descreve a vida de marinheiros do Brasil na guerra, e de posse de documentos tornados ostensivos pela Marinha Argentina, prova que o Bahia foi torpedeado pelo submarino alemão U-530. O porquê dos americanos encobrirem este crime de guerra – a maior catástrofe sofrida pela Marinha Brasileira em todos os tempos – é aqui revelado.

Para adquiri seu exemplar de O Porto Distante, entre em contato pelo e-mail:  paivap50@gmail.com 


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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

A MORTE DO TENENTE SIQUEIRA CAMPOS

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Antônio de Siqueira Campos nasceu em Rio Claro-SP no ano de 1898. Formado na Escola Militar, ainda no posto de tenente participou do Movimento Tenentista e da Revolta do Forte de Copacabana, em julho de 1922. Foi um dos militares que marcharam na Avenida Atlântica, na orla marítima de Copacabana, em direção à tropa legalista e que, após intenso tiroteio em um combate totalmente desigual – 18 revoltosos contra 3.000 soldados do governo –, acabaram sendo derrotados em frente à Rua Barroso, na altura do Posto 3 de Copacabana, no episódio que passou à história como  “os dezoito do forte”.  A maioria dos revoltosos morreu, somente sobrevivendo os tenentes Siqueira Campos e Eduardo Gomes e algumas praças. 

Posteriormente, a Rua Barroso, onde ocorreu o confronto final da Revolta dos 18 do Forte, foi rebatizada com o nome de Rua Siqueira Campos, como é conhecida atualmente. Na esquina desta rua com a Avenida Atlântica, foi erigida uma enorme estátua representando o Tenente Siqueira Campos no momento em que recebeu o tiro que o derrotou no confronto.


No calçadão de Copacabana marcham os dezoito revolucionários remanescentes contra 3.000 soldados legalistas.

Siqueira Campos participou do início do chamado Movimento Tenentista, que visava romper os vícios da política brasileira da época, em que grupos elitistas se perpetuavam no poder. Após período de exílio, o Tenente Siqueira Campos participou ativamente, como um dos seus principais líderes, da famosa Coluna Miguel Costa-Prestes. Durante mais de três anos a Coluna percorreu o interior do Brasil do Sul ao Nordeste no prosseguimento da luta para derrubar a República Velha, que viria a cair em outubro de 1930 com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder.


Morte no Rio da Prata

O tenente Siqueira Campos morreu em um acidente aéreo, ao retornar do Uruguai para o Brasil em 10 de maio de 1930, antes da Revolução que levaria Vargas ao poder, quando a aeronave em que estava caiu no rio da Prata. Dizia ele: "À Pátria tudo se deve dar, sem nada exigir em troca, nem mesmo compreensão".

O também revolucionário tenentista João Alberto Lins de Barros viajava no mesmo avião com Siqueira Campos e, em sua obra Memórias de um Revolucionário (p.227-229), relatou como se deu o acidente com o Laté 28:


“(...) dentro do Laté 28, apinhavam-se cinco passageiros: o piloto, Comandante Negrin, veterano da guerra e reconhecido ás da aviação francesa. O Sr. Pranville, diretor da Latecoere para a América do Sul; o telegrafista, o Siqueira e eu. Os dois primeiros viajavam no comando do aparelho e o resto na cabine. Valentim Bouças, em tempo desistia da viagem. 

Apesar do risco que corríamos, sentimos alívio quando o avião tomou altura. Queríamos chegar aos nossos destinos de qualquer maneira, o mais rapidamente possível. Não tínhamos nem um minuto a perder e no momento, a questão de segurança pessoal afigurava-se nos secundária.

Tirei os sapatos, levantei a gola do sobretudo, sentando-me na primeira cadeira do lado esquerdo. Fazia um frio penetrante. Fatigado dos trabalhos diurnos, rapidamente adormeci.
Despertei com um golpe na cabeça. 

O avião boiava na água, agitando pelas ondas que contra ele se quebravam. Nós três – os da cabine – caíramos com as cadeiras, em confusão. Eu estava ferido na testa, na face esquerda e no nariz. Siqueira, o primeiro a recuperar os sentidos, arrastou-se para uma porta lateral, abrindo-a com algum trabalho. Aí a água entrou, alagando o compartimento em que nos encontrávamos, até atingir os nossos joelhos. Ele pulou fora, ficou sobre o teto da cabine e içou, com a minha ajuda, o telegrafista, já ao meu lado nesse momento. Logo após, eu me reunia também aos dois. Em cima daquele pequeno avião que, sacudido pelas ondas, afundava lentamente, estávamos os cinco passageiros do malfadado Laté 28, agarrando-nos uns aos outros, a fim de não sermos precipitados na água. Fomos tirando a roupa para poder nadar.

Um vento frio de inverno fazia-nos tremer. Densa e baixa, a cerração permitia-nos apenas lobrigar, na linha do horizonte, as luzes de uma cidade.

O motor do avião começou a desaparecer. Procuramos, instintivamente, equilibrarmo-nos em sua calda. Ninguém tomava a iniciativa de abandonar o aparelho. Nada menos de três quilômetros de mar banzeiro nos separava da costa. Uma dura etapa a vencer durante a noite, com aquele frio áspero, cortante.

O piloto Negrin, talvez levado pela responsabilidade de Comandante do aparelho, que submergia, avisou-nos de que era preciso lançarmo-nos à água. Era um homem da nossa idade, demonstrando parecença física com o Siqueira. Como nós três, estava apenas com as roupas debaixo. E, tomando a iniciativa, para dar exemplo, atirou-se à água. Seguiu-o o Sr. Pranvile, tipo de burguês francês, baixo, forte, um pouco calvo.

O telegrafista e eu permanecemos ainda no avião, agarrados ao leme do aparelho. Siqueira, vendo-me banhado em sangue, olhava-me com expressão singular. Apesar de atordoado, sentia que ele ainda não se jogara na água por minha causa. Doía-lhe deixar-me sozinho. Era preciso ganhar coragem e enfrentar a realidade, arremessando-me e tentando alcançar a costa. Precedeu-me, porém, na decisão, o telegrafista. Seguira os nossos movimentos e despira, como nós, a roupa de cima. Saltou na água e estoicamente, deixando um último adeus em espanhol, que era também uma confissão: ‘Eu não sei nadar, Vou morrer. Adeus companheiros!’. E começou a bater-se com as ondas ali, do nosso lado. Veio à tona três ou quatro vezes, sem pedir socorro. Depois desapareceu. (...) Mal havia recuperado a calma (talvez decorrido uns dez minutos de nado), ouvi, perto de mim, o grito angustiante do Siqueira. ‘Espera, João.’ Voltei-me ainda em tempo de o ver, a um metro de mim, ser tragado por uma onda. Desapareceu sem estender um braço para pedir auxílio. Apenas, na face, aquela expressão de energia indômita que eu conhecia tão bem nos momentos de luta, desfigurando agora por uma intensa expressão de dor. Esperei um instante, afastando-me somente depois que percebi que ele não retornaria (...) jamais poderia eu supor, naquele momento, que o vitimara um ataque de angina, conforme foi constatado, mais tarde, pela autópsia”.



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quarta-feira, 11 de setembro de 2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

IMAGEM DO DIA - 07/09/2013

 Tropas da Escola Tática do Rio Pardo desfilando no dia da Pátria na década de 1920


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PALESTRA NO IGHMB

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Uma excelente oportunidade de  conhecer mais sobre a participação brasileira na 2ª Guerra Mundial em nosso Instituto.



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III ENCONTRO IMPERIAL DE VIATURAS MILITARES ANTIGAS

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

CASTELO DE SÃO JORGE DE LISBOA

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Situado em uma das colinas mais altas de Lisboa, num local com comandamento sobre o rio Tejo, o Castelo de São Jorge, domina a paisagem ribeirinha da Baixa Pombalina.


Vestígios da antiguidade

Em meados do primeiro milênio antes de Cristo, a colina do Castelo era banhada por um afluente do Tejo, que entrava pela Praça do Comércio e se prolongava até à Praça da Figueira - Martin Moniz, onde desaguavam pequenas ribeiras. O progressivo açoreamento e atulhamento dessas linhas d’ água foi dando lugar a construções. Na época, o povoamento desenvolvia-se pelas vertentes Sul e Sudoeste da colina do Castelo, diluindo-se na zona baixa das praias do esteiro.

Os vestígios mais antigos encontrados no Castelo remontam à Idade do Ferro, ao séc. VI a.C. É provável que, nesta época, existisse um povoado fortificado na área, não se conhecendo, porém, os seus contornos exatos. As escavações arqueológicas realizadas no local revelaram um conjunto de estruturas, pavimentos e muros, e de objetos de uso quotidiano, que testemunham a antiguidade da ocupação da zona onde hoje se encontra o Castelo.

Estrabão, geógrafo do séc. I a.C., informa que Olisipo foi fortificada no séc. II a.C, durante as campanhas militares romanas na Lusitânia. Dessa fortificação não se encontraram vestígios, mas sabe-se que Olisipo era, na época, um importante porto comercial, quer pelos geógrafos da antiguidade clássica, que escreveram sobre a Península Ibérica, quer pelos vestígios arqueológicos descobertos.

Considerando o espaço do Castelo como um local privilegiado para a implantação de edifícios públicos de caráter monumental ou religioso, foram identificadas poucas estruturas da época romana, das quais destaca-se a presença de um edifício público marmoreado. Também, os objetos do dia-a-dia, nomeadamente, moedas, ânforas e lucernas são pouco abundantes. Porém, são abundantes as epigrafes que, ainda, que deslocadas do seu local original, são reveladoras da importância de Olisipo.

Planta atual do castelo de São Jorge


Sob o domínio muçulmano

A existência de um castelo propriamente dito, é documentado nas fontes e na arqueologia a partir de meados do século XI. As descrições dos geógrafos árabes salientam o forte castelo e as muralhas que defendiam a kasabah (alcáçova). Nessa altura, Al Uzbuna, como era designada pelos muçulmanos, mantinha a sua importância enquanto cidade portuária, datando desta época o castelo e muralhas que defendiam a kasabah. A cidade propriamente dita - a Medina - desenvolvia-se, desde o Castelo até ao rio, pela encosta Sul e Sudoeste.

A alcáçova, com o seu castelo, construída no topo da colina era efetivamente o centro do poder político e militar da cidade. Na alcáçova, no sítio da Praça Nova, o bairro islâmico revelado pelas escavações arqueológicas constata essa realidade, simultaneamente de residência por excelência dos governadores, nobres e altos funcionários, e de centro militar. A cerca velha ou moura, com pedaços ainda visíveis em vários pontos, terá sido, provavelmente, reconstruída e aumentada durante o período islâmico.



Período da Reconquista

Em 1147, quando D. Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal, acampa com o seu exército na envolvente da colina do Castelo para tomá-lo aos mouros, o castelo e parte da cidade encontravam-se defendidos por uma muralha, que abraçava parte da cidade que pela colina do Castelo se desenvolvia até ao rio.

A conquista que ficou célebre nos anais da história pela morosidade do cerco devido à dificuldade em tomar o Castelo, que imponente se erguia no topo, contou com a ajuda da Segunda Cruzada que se dirigia para a Terra Santa para mais uma ofensiva contra os árabes.

A lenda, que com o tempo surgiu em torno da conquista de Lisboa, enaltece em particular, a proeza de um nobre cavaleiro de D. Afonso Henriques, Martim Moniz, que, percebendo que os mouros fechavam a porta do Castelo, a flanqueou permitindo, assim, a entrada dos cristãos no último reduto de defesa. Desde então, passou a designar-se por Porta do Moniz, aquela que permitiu a vitória a D. Afonso Henriques, e que se situa junto à Praça Nova.

A conquista cristã de 25 de Outubro de 1147 parece dar continuidade à ocupação islâmica do espaço da alcáçova, bem patente a nível político nos pactos firmados para a rendição da cidade, não se registrando quaisquer níveis de destruição que testemunhem momentos de guerra nesta área. A mesquita, a confirmar-se a sua localização tradicional, cede o lugar à igreja de Santa Cruz. O palácio do alcaide da cidade cede lugar ao paço que aloja o rei quando este se encontra em Lisboa.

Em 1256, Lisboa, torna-se capital do reino de Portugal. Desde então, até ao início do séc. XVI, o Castelo conhece o seu período áureo. Para além da residência real e do palácio dos Bispos, a alcáçova recebe casas dos nobres da Corte.

O castelo retratado por Duarte Galvão em 1505

Os vários reis do séc. XIII, XIV e XV, dedicam uma atenção especial ao Castelo, promovendo várias melhorias. Em meados do séc. XIII, D. Afonso III faz obras de reparação no palácio do governador. No séc XIV, D. Dinis, transforma a alcáçova mourisca em Paço Real da Alcáçova. D. Fernando, em 1373 - 1375, manda construir a Cerca Nova ou Cerca Fernandina, para que a cidade ficasse mais defendida, pois tinha-se expandido muito. Também, com D. Fernando, é instalada na Torre de Ulisses o tombo do reino, onde se guardava os documentos antigos do Arquivo Real.

Depois das guerras com Castela e restabelecida a paz, nos finais do séc. XIV, D. João I, manda atulhar o fosso e coloca o Castelo sobre a proteção de São Jorge, santo protetor dos guerreiros e da fé cristã.


Tempos modernos

Gradualmente, o castelo vai ganhando um cunho mais cortesão, e perdendo a sua função militar. É no Paço Real da Alcáçova que Vasco da Gama é recebido por D. Manuel depois de regressar da Índia, no limiar do séc XV para XVI. É também, neste paço que é apresentada a primeira peça de teatro português, o Auto do Vaqueiro, de Gil Vicente, por ocasião do nascimento do príncipe D. João, futuro rei D. João III.

No raiar do séc. XVI, a residência real e a corte transferem-se para a baixa da cidade, na Praça do Comércio, onde era concluído o Paço da Ribeira.

Desde então, o antigo Paço Real da Alcáçova, vai perdendo, naturalmente importância. O terremoto ocorrido no ano de 1531, acentuou-lhe o abandono, já que sofreu alguma ruína. Porém, em meados do séc. XVI, D. Sebastião, manda reedificar o Paço para aí estabelecer a sua residência, ficando para a história como o último rei a residir no antigo Paço Real.


Com a ida da corte para a zona baixa da cidade, a fisionomia da alcáçova, foi-se alterando, e gradualmente os palácios e casas nobres foram dando lugar a habitações mais populares, ainda hoje visíveis no traçado urbano da atual freguesia do Castelo.

A partir de 1580, com a dominação filipina, o castelo, retoma a sua importância militar, sendo construídos e adaptados edifícios para albergar a guarnição espanhola e para servir de prisão. A função de presídio, será uma constante até à sua reabilitação em 1938-1940.

Nos séc XVII e XVIII, mantêm-se a sua função de quartel e presídio. Ainda no séc. XVII, é construída numa das torres o Observatório Geodésico, passando a designar-se, desde então, por Torre do Observatório. A Torre do Tombo, também se manteve na alcáçova, ocupando para além de uma das torres do castelejo, algumas alas do antigo Paço Real mais próximas, nomeadamente, uma ala designada por Câmara de D. Fernando.

Com o terremoto de 1755, o Castelo, descaracterizado pelas construções que lhe foram sendo acrescentadas, sofre graves danos, desaparecendo numerosos edifícios, torres e trechos de muralha.

Os trabalhos de reconstrução então empreendidos, refletem meios e condições diferentes das existentes na área da baixa pombalina. Os vestígios arqueológicos em toda a zona da antiga alcáçova, testemunham uma notória incapacidade de retirar os escombros do terremoto, optando-se por construir sobre esses escombros novos edifícios ou não construir e deixar essas zonas baldias.

Assim, dos vários trabalhos de reedificação, foram empreendidas obras de reconstrução e adaptação para receber a instalação da Casa de Correcção da Casa Pia, que permanecerá no Castelo até ao inicio do séc. XIX. Porém, parte do antigo Paço Real da Alcáçova, do Palácio dos Condes de Santiago, do Palácio das Cozinhas ou do Hospital de São João de Deus, não serão mais reconstruídos ou só serão reconstruídos parcialmente já nos finais do séc. XX.

Uma das torres do castelo ostentando a bandeira de Portugal


O castelo na atualidade

Em 1910, com a implantação da República, o castelo é classificado como Monumento Nacional.

Em 1940, o Castelo de São Jorge assume um novo destaque em razão da comemoração centenária da Fundação da Nacionalidade e da Restauração da Independência. A intervenção realizada entre 1938-1940 pela Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais, procurou imprimir-lhe a dignidade de outros tempos, em que era o centro político e militar do país, pondo a descoberto algumas das estruturas antigas do velho paço real e do castelejo que se encontravam subterradas.

O Castelejo e o Antigo Paço Real da Alcáçova que hoje existem, não são a “reconstrução fiel” do que foram outrora, mas o resultado dos aspectos mais marcantes das sucessivas épocas que lhe foram moldando a fisionomia.


Fonte: Site Oficial Castelo São Jorge

 
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A VOLTA DE UM FANTASMA - O AFUNDAMENTO DO CRUZADOR "BAHIA"

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Publicamos ontem uma reportagem do Jornal do Commercio com um ex-tripulante do cruzador Rio Grande do Sul, unidade da Marinha do Brasil que resgatou os náufragos do cruzador Bahia, que acabara de afundar.  Na matéria, foi questionada a versão existente no livro Um Porto Distante, do pesquisador Paulo Paiva.

A título de um novo olhar sobre o naufrágio do Bahia, transcrevemos a seguir outra matéria do mesmo jornal, de autoria do jornalista Renato Mota, trazendo a hipótese defendida por Paulo Paiva em sua pesquisa.




domingo, 25 de agosto de 2013

MEMÓRIA VIVA DE RESGATE DE NAVIO

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Ex-militar acreano de 91 anos estava a bordo do cruzador destacado para socorrer sobreviventes do Bahia, que afundou perto dos Rochedos São Pedro e São Paulo


Mesmo 68 anos depois do ocorrido, o naufrágio do cruzador Bahia ainda está marcado na memória do ex-militar Raymundo Leite, de 91 anos, que mora no Ibura, Zona Sul do Recife. Assim que viu a foto publicada na edição de domingo passado do (no alto à direita), em reportagem sobre a história da tragédia, reconheceu o momento retratado.

“Essa foto foi feita do navio em que servi durante a Segunda Guerra, o cruzador Rio Grande do Sul, que era gêmeo do Bahia. Ela retrata o momento em que resgatamos quatro marinheiros de uma barca que estava à deriva na região do naufrágio”, relembra Raymundo. O navio afundou perto dos Rochedos de São Pedro e São Paulo, no Oceano Atlântico, ao norte de Fernando de Noronha.

O ex-militar acreano conta que, apesar de a barca conter quatro tripulantes do Bahia (que vitimou 346 pessoas), só dois marinheiros retornaram ao Recife com vida. “Um deles já estava morto quando encontramos o barco. Os outros estavam muito fracos, e um deles morreu ainda no nosso navio”, conta. Além da fome e da sede, os náufragos ainda sofriam com outro perigo: os tubarões. “O barco deles estava cercado quando os encontramos. Uns colegas mataram alguns dos bichos a tiros de rifle, mas o sangue só atraiu mais tubarões.”
Raymundo ganhou das Forças Armadas uma medalha de duas estrelas pelos 200 dias de participação no conflito, todos eles à bordo do Rio Grande do Sul. 

Como o cruzador era idêntico ao Bahia, o militar da reserva discorda da teoria defendida pelo escritor pernambucano Paulo Afonso Paiva, em seu livro O porto distante, de que o navio teria sido afundado por submarinos alemães. “Acredito que tenha sido um acidente. Os canhões antiaéreos dos cruzadores realmente tinham uma proteção que impedia que se alvejasse o convés, mas só foi instalada posteriormente”, explica Raymundo.

Além disso, pela experiência do ex-militar, um torpedeamento não teria atingido a popa do cruzador. “O Bahia estava muito exposto, e certamente teria sido atingido de lado. Acertar um torpedo na popa é mais difícil, e as bombas de profundidade ficam justamente lá, e poderiam muito facilmente terem sido atingidas por acidente”.

Fonte: Jornal do Commércio

 

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sexta-feira, 23 de agosto de 2013

IMAGEM DO DIA - 23/08/2013

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Dois meses antes do ataque japonês contra Pearl Harbor, quatro destróieres do 3º Esquadrão de Destróieres atracados em San Diego.  Lado a lado estão os destróieres USS Case (DD-370), USS Cummings (DD-365); USS Shaw (DD-373) e USS Tucker (DD-374).


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LIVRO - OS SENHORES DA GUERRA



Em Os Senhores da Guerra, Simon Berthon e Joanna Potts recontam a Segunda Guerra Mundial através da vida de quatro grandes líderes: Hitler, Stalin, Churchill e Roosevelt. Enquanto suas nações travavam batalhas com armas, eles lutavam com suas mentes, mudando o curso da história com pensamentos e ações. Os autores do livro partem do princípio de que as decisões pessoais dos quatro também determinaram a eclosão, o curso e as consequências da guerra entre 1939-45.


Hitler decidiu sozinho invadir a Polônia; no verão de 1940 no hemisfério norte, foram unicamente suas avaliações que levaram ao confronto com a União Soviética. Stalin fez um pacto com Hitler; foi sua análise psicológica e estratégica que o fez concluir que Hitler não invadiria a União Soviética em 1941, deixando a Alemanha indefesa. Provavelmente teria havido um desdobramento diferente para o verão de 1940 se Halifax, e não Churchill, tivesse se tornado primeiro-ministro britânico naquele funesto 10 de maio. E por mais que Roosevelt tenha se esquivado antes de finalmente ser empurrado à guerra, foi ele quem decidiu que a Alemanha nazista, e não o Japão, era o inimigo número 1; e foi ele quem apostou pessoalmente na generosidade desmedida como maneira de conquistar a colaboração de Stalin na criação de um mundo pós-imperial de paz e nações livres.

Esses quatro homens estiveram à frente das ideologias dominantes do século XX enquanto elas colidiam durante a Segunda Guerra Mundial: totalitarismo de direita e esquerda, democracia liberal, democracia social, colonialismo europeu e imperialismo econômico. Na guerra entre essas ideologias, dezenas de milhões de pessoas lutaram e morreram.

Os Senhores da Guerra é um livro sobre as relações sempre inconstantes de quatro chefes de Estado e suas guerras particulares.
 
 
Os senhores da guerra.  Simon Berthon e Joanna Potts. Record, 448 págs.
 
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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

1ª FESTA NACIONAL DOS PRACINHAS

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INVASÕES GERMÂNICAS NA PENÍNSULA IBÉRICA

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No inverno de 406, aproveitando a fusão do rio Reno, Vândalos, Suevos e Alanos invadiram o Império Romano. Ao cabo de três anos, cruzaram os Pirineus e chegaram à península Ibérica

A desagregação de Roma alastrou-se a todas as províncias, onde veio a abalar o poder político e a paz. Na Península Ibérica, parece desaparecer a estrutura provincial. A crise da política imperial conduziu à divisão do império. Em 395, Arcádio governava Império Oriental, enquanto Honório governava o Império Ocidental. Em 407, o general comandante das legiões romanas nas Ilhas Britânicas autoproclamou-se Imperador do Ocidente, com o nome de Constantino III.

Neste período de grande instabilidade e confusão, iniciou-se a invasão de grupos germânicos que, com o aparecimento dos Hunos, tinham sido deslocados dos seus territórios. Esta grande invasão consistiu numa movimentação continuada e demorada que, historicamente, se diz ter-se iniciado a 31 de Dezembro de 406.

Nesta fase, os povos que entraram no império eram oriundos de diferentes regiões (Vândalos, Suevos, Alanos, etc.) e não encontraram grande resistência por parte das guarnições romanas. Os Bárbaros entraram nas províncias romanas sem encontrar uma forte oposição organizada. Mas, quando chegaram à linha dos Pirenéus, debateram-se com Exércitos constituídos pelos servos ao serviço dos proprietários desses grandes latifúndios.

Invasões germânicas na Península Ibérica

Entre 407 e 408, a Hispânia manteve a sua defesa, enquanto as tribos bárbaras deambulavam pela Gália. Contudo, em 409, a pressão aumentou sobre as forças que defendiam os Pirenéus. Apesar disso, não foram os Bárbaros, mas os Romanos (partidários de Constantino III) que atacaram e aprisionaram estes homens, abrindo caminho às hordas de bárbaros que invadiram e saquearam a Península Ibérica. A região era mais pobre do que a Gália e, submetida à pilhagem, nela espalhou-se a fome, que dois anos depois atingiu também os invasores.

Entre os Bárbaros surgiu uma tribo germânica que se instalou na Península Ibérica. Os Visigodos vinham da Europa Oriental, mas representavam já uma segunda geração romanizada. Este povo, que teve em Alarico um grande líder, chegou em 415 com Ataulfo à Tarraconense como aliado dos Romanos. Os Visigodos pagaram o direito de ocupar a terra da Hispânia, com a obrigação de guerrear com outros Bárbaros que ali se tinham instalado. Mediante um tratado com os Romanos, instalaram-se numa parte da Península Ibérica e no Sul da Gália. A sua intervenção veio contribuir para agravar o clima de violência vivido no século V, ao envolverem-se com outros povos germânicos que estavam a chegar a estes territórios.

Os Vândalos disputavam com os Suevos a posse de algumas regiões montanhosas no Norte, mas voltaram-se para sul, passando por uma grande parte daquilo que veio a ser o território português, até chegarem a Mérida. Em 426 eram senhores da Bética, contudo, a fome obrigou-os a passar Gibraltar em 429.

Os Alanos e alguns Vândalos que foram derrotados pelos Visigodos e os restantes fugitivos foram juntar-se aos Suevos, que se mantinham no Noroeste da Península (entre o Douro e Mar Cantábrico).

Os Suevos terão sido marcantes na Península. Entre os invasores, apenas os suevos apresentavam uma organização política. O bispo Idácio não descreve de uma forma muito simpática os Suevos, porque foi atingido pela sua violência quando presidia à comunidade cristã de Chaves. Nos seus relatos refere que os Bárbaros protegiam os rudes camponeses que, nos castros, continuavam fiéis à memória de Prisciliano.


Cavaleiros suevos em batalha


Idácio descreve a expansão dos Suevos até Lisboa, o que significava que o Rio Douro tinha sido transposto pela primeira vez como fronteira natural entre duas regiões politicamente diferentes. A Galécia e a Lusitânia apareciam unidas num espaço que viria, mais tarde, a ser o núcleo inicial de Portugal.

Ele diz-nos que Lisboa foi entregue sem guerra aos Suevos. Certo é que o Rei suevo Réquila (438-448) saiu da Galiza e conquistou Mérida, cercou Mértola e ocupou Sevilha. Requiário (448-456), seu sucessor, continuou a expansão e casou-se com a filha de Teodorico; invadiu a Tarraconense, vindo depois a assinar um tratado de paz com os Romanos e com os visitados, o que não o impediu de voltar a guerrear. Entrou na Gália e ameaçou Tolosa, a capital dos Visigodos. Perante esta ameaça sueva, Visigodos e Romanos uniram-se para derrotar Requiário, que se refugiou em Braga, cidade que não escapou ao saque. Em 457, o líder suevo era definitivamente derrotado pelos seus inimigos.


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terça-feira, 13 de agosto de 2013

O BRASIL PERDE UM HERÓI



Em dois dias, duas grandes perdas para a Força Aérea Brasileira. Um dia depois do acidente com o Super Tucano da Esquadrilha da Fumaça, faleceu hoje, 3ª feira, na cidade do Rio de Janeiro, o Brigadeiro Rui Moreira Lima, herói do 1° Grupo de Aviação de Caça na campanha da Itália, durante a 2ª Guerra Mundial.

 Estive com o Brigadeiro Rui no ano passado, durante o I Seminário Nacional da História da Aviação, no ano passado, na Unifa.
 
 
A seguir, a nota oficial do Comando da Aeronáutica:

 
"NOTA OFICIAL – COMANDO DA AERONÁUTICA
O Comando da Aeronáutica lamenta informar o falecimento do Major-Brigadeiro do Ar Rui Moreira Lima, ocorrido na manhã de 13 de agosto na cidade do Rio de Janeiro. O herói de guerra morreu às 3h30 no Hospital Central da Aeronáutica, onde estava internado havia dois meses.

O velório será realizado a partir das 11h30 no auditório do Instituto Histórico-Cultural da Aeronáutica (INCAER), na Praça Marechal Âncora, 15-A, no Centro do Rio de Janeiro. O sepultamento está marcado para as 16 horas no Cemitério São João Batista, no bairro de Botafogo.

Nascido na cidade de Colinas em 12 de junho de 1919, o Major-Brigadeiro do Ar Rui ingressou nas Forças Armadas em 31 de março de 1939. Foi piloto de combate no 1° Grupo de Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial. Durante o combate, executou 94 missões. Posteriormente, foi comandante da Base Aérea de Santa Cruz.

É o autor do livro Senta a Pua!, no qual conta as memórias dos combates no teatro de operações na Itália. Posteriormente, o livro ganhou uma versão em documentário, com o mesmo nome.

Brasília, 13 de Agosto de 2013.

Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica"


 
À família e à FAB, os nossos sentimentos e a certeza da missão muito bem cumprida. Senta a Pua!
 
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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

II ENCONTRO DE ESCRITORES E JORNALISTAS DE AVIAÇÃO

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Encontro nacional de literatura aeronáutica se internacionaliza


Evento acontece nos dias 9 e 10 de agosto na APVE em São José dos Campos (SP) com presença de editoras e autores nacionais e estrangeiros.


 Em sua segunda edição, o Encontro de Escritores e Jornalistas de Aviação começou a se internacionalizar. O evento terá a presença de jornalistas e escritores latino-americanos e aguarda um grande público no dia 10 de agosto, na sede da APVE - Associação de Pioneiros e Veteranos da Embraer, em São José dos Campos (SP), quando importantes escritores e jornalistas especializados em aviação autografam suas obras e conversam com os visitantes.

Estão confirmados 25 escritores nacionais e a presença da editora argentina Halcones Book, uma das maiores no setor na América do Sul e com 60 títulos em catálogo.

Durante o evento também será comemorado o 40º aniversário de entrega dos primeiros aviões Bandeirante. Serão homenageados o publisher e editor-chefe da revista Flap Internacional, Carlos André Spagat, pelos 50 anos da publicação, e o jornalista e escritor Jackson Flores Jr (homenagem póstuma), pelo conjunto da obra, além de haver a exposição produzida pela Embraer "Ozires Silva".

A venda e a divulgação de livros, revistas, jornais, sites e blogs relacionados ao tema acontecerá no sábado, dia 10, das 9h30 às 17h30. Segundo a diretora cultural da APVE, Neide Pereira Pinto, a procura por jornalistas, escritores e editoras dos países vizinhos abrirá uma nova possibilidade para as edições futuras.

"O público ligado a aviação é muito dedicado ao assunto. Mesmo sendo um encontro nacional surgiram interessados da Argentina e do Uruguai. Acredito que na próxima edição tenhamos essas fronteiras expandidas", observou a diretora.

O objetivo de reunir escritores, jornalistas e editoras ligados à aviação é incentivar a preservação da história da aviação, principalmente a brasileira, e dar visibilidade às suas publicações, sejam elas de cunho literário ou jornalístico, além de permitir um contato mais próximo com o público.

Pela primeira vez no Brasil, estarão reunidos em um só lugar diversos números de revistas e mais de 60 títulos sobre aviação de autores já consagrados como Ozires Silva, Lucita Brisa, Roberto Pereira de Andrade, Ten Brig Nelson de Souza Taveira, Décio Fischetti, Luiz Fernando Cabral e Daniel Calazans e os mais recentes lançamentos de Mauro Lins de Barros (Museu Aeroespacial – 40 anos), Carlos Roberto Carvalho Daróz (Um Céu Cinzento – a História da Aviação na Revolução de 1932) e da Adler Editora (Sombras da Noite e o volume I de Aviões Alemães no Brasil).

O II Encontro de Escritores e Jornalistas de Aviação é uma realização da Diretoria Cultural da APVE com o apoio da Embraer e dos hotéis Ibis e Mercure.


Contatos para informação:

Alessandra Canelas Davoli – Coordenadora de Eventos Culturais APVE
(12) 3925-5209
alessandra@apve.com.br

Neide Pereira Pinto – Diretora Cultural APVE
(12) 3322-9113 e 9757-4315
neide@somoseditora.com.br

Assessoria de imprensa:

Rosi Masiero
(12) 8134-0994 / 3949-2908
romamao@gmail.com

Realização: Diretoria Cultural APVE


 
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EXPOSIÇÃO SOBRE A FEB EM VINHEDO-SP

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A exposição “F.E.B. – Verás que um filho teu não foge à luta” acontecerá no Memorial do Imigrante, em Vinhedo, do dia 04/09 a 20/11 e contará com um enorme acervo sobre a participação brasileira na Segunda Guerra Mundial. O objetivo da exposição é relembrar a campanha do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial e a história de seus 25.334 combatentes.

 Para isso serão expostos os seguintes materiais: medalhas de campanha, documentos originais da época, fotografias, diplomas de medalha, flâmulas, jornais de campanha, arquivos em áudio e um acervo de figuras da empresa Eucalol que contam a história da gloriosa Força Expedicionária Brasileira. A jornalista Analice Sauerbronn Reina é a idealizadora e organizadora da exposição. A pesquisa que deu fruto a essa exposição já dura oito anos e surgiu com intuito de recuperar a memória de seu avô, Waldemar Soares de Almeida, 3º Sargento, integrante da F.E.B. 

O evento conta com o apoio da Prefeitura de Vinhedo e da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo da cidade.

 
Serviço:
Exposição: F.E.B. – Verás que um filho teu não foge à luta
Local – Memorial do Imigrante – Av. dos Imigrantes, s/n, Portal – Vinhedo
Data: 04/08 a 20/11

Horário de Funcionamento: Segunda a sexta de 09:00 às 16:00 Sábados, Domingos e Feriados: 10:00 às 16:00