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sábado, 23 de setembro de 2023
PERSONAGENS DA HISTÓRIA MILITAR - VOLUNTÁRIA DA PÁTRIA MARIANA BARRETO
quarta-feira, 4 de maio de 2022
EDITOR DO PORTAL PARTICIPA DO SEMINÁRIO INTERNACIONAL 200 ANOS DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
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segunda-feira, 4 de abril de 2022
PERSONAGENS DA HISTÓRIA MILITAR - MARECHAL JOSÉ DE ABREU
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* ??/??/1770 – San Carlos de Maldonado
+ 20/2/1827 – Passo do Rosário-RS
Filho de João de Abreu, português de Canteleães, na vizinhança de Pinheiro, Vieira do Minho, com Ana Bernarda de Souza, nascida na Ilha Terceira, nasceu em San Carlos de Maldonado, em virtude da ocupação espanhola no Rio Grande. O patriarca João de Abreu e família fizeram parte do processo fundacional de San Carlos de Maldonado, retornando ao Rio Grande quando José tinha 13 anos.
José de Abreu assentou praça em 28 de dezembro de 1784, em Rio Grande, ainda durante o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815-1822). Combateu os provincianos do Prata em todas as campanhas de 1801 a 1827, participando da libertação de São Borja em 1814. Casou-se em 1794 com Maria Feliciana da Conceição, natural de Porto Alegre, e filha de Antônio da Silveira Nunes e Maria da Conceição.
Teve papel fundamental na guerra contra Artigas (1816-1820), quando, com seus 650 homens, em diversos combates, abateu os 3.000 homens do Coronel Pantaleão Sotel. Posteriormente, em Arapeí, no dia 2 de janeiro de 1817, derrotou o próprio general Artigas. Logo em seguida, em 4 de janeiro, resgatou as tropas do General Curado, Conde de São João das Duas Barras, e do Barão do Alegrete, atacadas por La Torre. Chegou ao final desta campanha no posto de Brigadeiro.
Na segunda Campanha Cisplatina, em 1820, participou da Batalha de Taquarembó (1820), auxiliando muito na vitória brasileira. Depois da derrota de Artigas, em 1820, a Coroa Portuguesa ocupou por completo a Banda Oriental.
Ao longo de 44 anos de serviço, lutou em vinte batalhas. Comandante de cavalaria, após a independência do Brasil, em 1822, foi nomeado governador das armas de São Pedro do Rio Grande do Sul. Posteriormente, promovido a marechal-de-campo, foi agraciado por D. Pedro I com o título nobiliárquico de Barão.
Ao iniciar a guerra Cisplatina (1825-1828), em 1825, invadiu a Banda Oriental (atual Uruguai), denominada pelo Império do Brasil como Província Cisplatina. Foi depois demitido do cargo de governador das armas, motivo pelo qual se afastou da vida pública.
Todavia, dadas as derrotas brasileiras na Guerra pela Cisplatina, formou um regimento de voluntários em São Gabriel, e partiu para a frente de batalha. Na batalha do Passo do Rosário (1827), conhecida pelos Argentinos como Ituzaingó, comandou 560 homens, contra 3.100 soldados inimigos sob o comando de Juan Antonio Lavalleja. Tombou ferido, por fogo amigo, quando sua tropa foi confundida como inimiga, morrendo logo em seguida no campo de batalha.
O Marechal José de Abreu foi o primeiro e único barão do Cerro Largo. Vulto histórico, foi um militar e nobre brasileiro. O Exército Brasileiro, em sua homenagem, concedeu ao 6º Regimento de Cavalaria Blindada, com sede em Alegrete, a denominação histórica de Regimento Marechal José de Abreu.
Fonte: 6º RCB
sábado, 4 de dezembro de 2021
PERSONAGENS DA HISTÓRIA MILITAR - CORONEL JOÃO NIEDERAUER SOBRINHO
segunda-feira, 7 de junho de 2021
“COM O SACRIFÍCIO DA PRÓPRIA VIDA” ... QUANDO RENDER-SE NÃO É UMA OPÇÃO
terça-feira, 25 de maio de 2021
PRIMEIRA BATALHA DE TUIUTI (1866)
sábado, 12 de dezembro de 2020
NOSSA LEGIÃO ESTRANGEIRA NA GUERRA DO PARAGUAI
terça-feira, 27 de outubro de 2020
PERSONAGENS DA HISTÓRIA MILITAR - BRIGADEIRO JOÃO MANOEL MENNA BARRETO
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* 24/1/1824 – Porto Alegre-RS
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12/8/1869 – Peribebuí, Paraguai
João
Manoel assentou praça como voluntário em 1º de julho de 1839, no 1º Regimento
de Cavalaria.
Em
março de 1841, passou para o 2º Regimento da mesma arma. Foi promovido a
alferes em 27 de maio de 1842. A tenente em 30 de setembro de 1846, no 4º
Regimento de Cavalaria. A capitão em 27 de agosto de 1849. Por merecimento, em
decreto de 14 de abril de 1855, foi promovido a major no 3º Regimento. A
tenente-coronel, por merecimento, em 2 de dezembro de 1859. A coronel, por
merecimento, em 18 de fevereiro de 1865. E, finalmente, a brigadeiro em 1º de
junho de 1867. Foi condecorado com a medalha da Campanha do Estado Oriental
(1851-1852), com o grau de Cavaleiro da Ordem de Cristo (1858), com o hábito da
Ordem de São Bento de Aviz (1860), com o grau de Oficial da Ordem do Cruzeiro
(1865), com o grau de Grande Dignitário da Ordem da Rosa (1869) e com a Medalha
de Mérito Militar.
De
março de 1841 a março de 1845, João Manoel participou da campanha da província,
até a pacificação do Rio Grande do Sul. Posteriormente, em 1851 e 1852,
participou da Campanha do Estado Oriental, nas operações contra Rosas e Oribe,
tendo atuado no ataque a Paissandu, no Uruguai. O famoso "Combate de São
Borja" ocorreu a 10 de junho de 1865, nos primórdios da Guerra do
Paraguai. Em seguida, veio o combate de Potrero-Obella, em 29 de outubro de
1867, e o de Taji, em 2 de novembro de 1867.
1868
foi um ano glorioso para João Manoel. Tomou parte no Combate de Jacaré, no dia
7 de junho, e distinguiu-se particularmente no dia 21 de dezembro, ocasião em
que se apoderou das trincheiras do Piquissiri, atacando-as de flanco por ordem
de Caxias e ficando senhor de mais de 30 canhões.
No
ataque de Peribebuí, João Manoel foi ferido mortalmente e faleceu a 12 de
agosto de 1869. Lutava na vanguarda, como era de seu feitio, e já conquistara
vários troféus de guerra, como bandeiras e armas do inimigo.
Por ocasião da Guerra do Paraguai, na ordem do dia do Exército Nacional, relativa ao dia em que João Manoel faleceu, foi registrado e lamentado o acontecimento. Ficou também assinalado o seu ingresso na História do Brasil. Em sua homenagem, o Exército Brasileiro concedeu ao 2º regimento de Cavalaria Mecanizado, unidade sediada em São Borja, a denominação histórica de Regimento João Manoel.
Fonte: 2º RCMec
sábado, 20 de junho de 2020
PERSONAGENS DA HISTÓRIA MILITAR - CAPITÃO MARCOLINO JOSÉ DIAS
O Capitão Marcolino José Dias (também conhecido como Marcolino Dias dos Santos) trouxe da Bahia, sob seu comando, a 2ª Companhia de Zuavos baianos. Tinha sido nomeado Alferes em comissão, depois efetivado no posto e, no momento do embarque para o Rio de Janeiro, já havia sido promovido ao posto de Tenente em comissão. No dia 19 de maio de 1865, a Ordem do dia nº 447, da Repartição da Ajudância-Geral, publicou a nomeação para Capitão em comissão do Tenente da 2ª Companhia de Zuavos baianos Marcolino José Dias. O Corpo de Zuavos, mais conhecidos como "Zuavos Baianos" ou "Zuavos da Bahia", chegou a ter como comandante interino o Capitão Marcolino José Dias.
O 8º de Voluntários da Pátria participou com destaque do assalto contra Curuzu (3 de setembro de 1866). Conquistamos a posição defensiva paraguaia ao custo de 941 baixas (baixas computadas entre os dias 1º e 3, incluindo as baixas da Marinha). Sofremos mais de 830 baixas, do Exército Brasileiro, no assalto de infantaria do dia 3. Os paraguaios sofreram 2.132 baixas. Avançando debaixo de fogo inimigo, o 8º de Voluntários penetrou no entrincheiramento paraguaio, lutou corpo a corpo com os infantes paraguaios e conquistou a posição com muita determinação e coragem (claro que outros batalhões brasileiros também combateram e tiveram participação na captura da trincheira inimiga). O 8º de Voluntários capturou duas bandeiras paraguaias nesta ação, uma que tremulava no topo da posição paraguaia e, outra, que pertencia a um dos batalhões de infantaria paraguaios que defendia Curuzu. O batalhão sofreu 105 baixas na tomada de Curuzu (talvez 106 baixas).
A bandeira paraguaia que tremulava no topo do entrincheiramento de Curuzu, "desafiando nossos soldados", foi derrubada e capturada pelo bravo e destemido Capitão Marcolino José Dias. Ele foi ferido quando estava se aproximando da bandeira inimiga, mas conseguiu capturá-la e protegê-la. Ficou de posse daquele troféu de guerra até quase o fim do combate e ai de quem tentasse tomá-la de suas mãos. Ele só foi passar adiante o troféu no momento em que o comandante da 1ª Divisão de Infantaria brasileira, Brigadeiro (General de Brigada) Joaquim José Gonçalves Fontes, apareceu no interior da trincheira paraguaia, entregando o estandarte inimigo para o comandante de sua divisão (o 8º de Voluntários fazia parte da 2ª Brigada de infantaria brasileira, a qual, por sua vez, fazia parte da 1ª Divisão de Infantaria brasileira).
O Capitão Marcolino José Dias foi muito elogiado na parte (relatório) de combate do comandante do 8º de Voluntários da Pátria, Major Rufino Voltaire Carapeba (descrevendo o feito de armas do mencionado Capitão). O comandante da 2ª Brigada de infantaria brasileira, Tenente-Coronel Augusto de Barros e Vasconcelos, também elogiou o comportamento e o feito de armas realizado pelo nosso ilustre capitão baiano.
Em 1867, por Decreto de 15 de junho, foram concedidas honras do posto de Capitão do Exército ao Capitão em comissão Marcolino José Dias. Ainda em 1867, Marcolino recebeu baixa por motivo de incapacidade física não especificada (talvez em decorrência do ferimento recebido em Curuzu).
sábado, 8 de fevereiro de 2020
A INVASÃO DE CORRIENTES (1865)
terça-feira, 8 de outubro de 2019
UFMS LANÇA NOVO LIVRO SOBRE A GUERRA DO PARAGUAI
Para quem estiver pelo Mato Grosso do Sul, fica a dica e o convite.

































