quinta-feira, 27 de março de 2025
O APOIO DOS ALIADOS À RÚSSIA DURANTE PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
segunda-feira, 29 de abril de 2024
29/4/2024 - IMAGEM DO DIA
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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2024
IMAGEM DO DIA - 12/2/2024 - A BARRAGEM ROLANTE
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quinta-feira, 21 de julho de 2022
quarta-feira, 20 de julho de 2022
EDITOR DO PORTAL PARTICIPA DE SEMINÁRIO SOBRE ARTILHARIA NA UNIVERSIDAD SIMÓN BOLÍVAR, VENEZUELA
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sábado, 21 de agosto de 2021
EDITOR DO BLOG PARTICIPA DO II SEMINÁRIO A FORÇA TERRESTRE NAS OPERAÇÕES DE DEFESA DO LITORAL
O seminário ocorreu com a participação de integrantes da Artilharia do Exército e do Corpo de Fuzileiros Navais e tem, como principal objetivo, atualizar a doutrina sobre a defesa do litoral.
quarta-feira, 14 de abril de 2021
ARTILHEIROS NA TOMADA DE MONTESE - 14 DE ABRIL DE 1945
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Por Israel Blajberg
As três maiores vitórias da FEB - Força Expedicionária Brasileira - na Itália foram Monte Castelo, Montese e a captura da 148ª Divisão de Infantaria da Wermacht. Montese custou 574 baixas entre mortos e feridos. Milhares de tiros foram disparados pela Artilharia em apoio aos combates urbanos de Montese.
Na impossibilidade de citar todos, aqui recordamos dois dentre muitos Artilheiros que estiveram presentes em Montese, e que em vida costumavam abrilhantar as reuniões da Ordem dos Veteranos Artilheiros (OVArt), nos tempos em que era conduzida pelo saudoso General Cesar Montagna de Souza. Dois Heróis de Montese e da libertação da Itália do domínio nazifascista.
Marechal Waldemar Levy Cardoso (1900-2008)
Sua unidade teve desempenho destacado na conquista de Monte Castelo, Castelnuovo e Montese. Foi agraciado com a Estrela de Bronze, Estados Unidos (EBr, EUA) – Bronze Star (EUA) – 1946, Cruz de Combate 2ª Classe (CZC2) – 1947, entre muitas outras.
Coronel Salli Szajnferber (1923–2010)
O diploma assinado pelo Ministro da Guerra, General Pedro Aurélio de Goes Monteiro, destaca sua grande coragem, sangue frio e capacidade de ação, durante os encarniçados combates de 14 e 15 de abril de 1945. Progredindo em terreno minado severamente batido por fogo de artilharia, morteiro e armas automáticas, o Tenente Salli cumpriu a sua missão de observador avançado ajustando com precisão os tiros da nossa artilharia.
segunda-feira, 12 de abril de 2021
IMAGEM DO DIA - 12/4/2021
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segunda-feira, 6 de julho de 2020
terça-feira, 2 de junho de 2020
OS CANHÕES SOVIÉTICOS DE 305mm
sexta-feira, 10 de abril de 2020
O PRIMEIRO TIRO DE ARTILHARIA DA FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA NA ITÁLIA
domingo, 22 de março de 2020
UNIFORMES - REGIMENTO DE ARTILHARIA DA CORTE PORTUGUESA
Suas origens remontam ao Troço de Artilharia de Repartição do Mar, que, pelo Decreto de 23 de Novembro de 1708, deu origem ao Regimento de Artilharia da Corte e da Armada. Por alvará de 9 de Abril de 1762, passou a designar-se Regimento de Artilharia da Corte (ou Regimento de Artilharia de São Julião da Barra).
O oficial aqui representado veste o uniforme azul padrão da Artilharia portuguesa no século XVIII, e chapéu tricórnio, característico dos exércitos da época.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2020
SISTEMA DE MÍSSEIS AAe BUK - UM PRODUTO DA GUERRA FRIA
O sistema Buk é um produto clássico do final da Guerra Fria, época em que se pensava em um conflito em larga escala entre blocos antagônicos. Nesse contexto, a artilharia antiaérea era o principal elemento para deter a primeira ofensiva dos aviões inimigos.
Em funcionamento desde 1979, o sistema Buk disseminou-se amplamente nos países satélites da Rússia e afins, como Índia, Síria e, naturalmente, Ucrânia. A experiência das guerras árabe-israelenses e a certeza de que um conflito na Europa teria grande mobilidade levaram os criadores do projeto a concluir que o sistema deveria ser autopropulsado e possuir um radar próprio que o tornasse independentemente de qualquer estação fixa. A solução foi colocá-lo sobre um veículo de esteiras, em um lançador com quatro mísseis associados a um radar monopulso, cuja função era guiar o projétil até o alvo.
Cada veículo precisava ser autônomo no momento do disparo, embora o normal fosse agruparem-se em baterias. Cada bateria incluía um posto de comando a partir do qual se controlavam os disparos dos diversos lançadores, um radar de aquisição para localizar alvos a grande distância e vários veículos de abastecimento de armas.
A partir desse modelo básico, que a OTAN apelidou de Gadfly (“Moscão”), foram desenvolvidas várias versões posteriores, algumas com um radar adicional de onda contínua para melhorar a detecção de aeronaves em voo de baixa altitude. Com um alcance de até 32 quilômetros de profundidade e 22 quilômetros de altitude, o sistema Buk se tornou a espinha dorsal da defesa antiaérea de muitos países.
Evidentemente, o manuseio de um sistema tão sofisticado requer pessoal altamente qualificado. Sejam recrutas ou reservistas que tenham prestado o serviço militar em unidades antiaéreas, os operadores devem ser profissionais treinados, dotados de uma visão muito clara do que está voando lá em cima. Com isso, seria quase impossível confundir um avião civil com um de combate.
Como elemento adicional, a exemplo do que ocorre na maioria dos sistemas antiaéreos modernos, o Buk possui seu próprio sistema de identificação “amigo ou inimigo” (IFF na sigla em inglês), imprescindível para saber que aeronaves estão circulando. Um radar secundário interroga o avião eletronicamente para perguntar “quem está voando”. O avião, seja comercial ou não, responde automaticamente a este sinal. Se, por algum motivo, não houver resposta, os operadores sabem que não é amigo, mas não podem confirmar que seja inimigo. Nesses casos, assim como quando o IFF não funciona, é preciso aplicar as regras de enfrentamento que definem claramente que não se pode derrubar uma aeronave não identificada como inimiga, exceto para autodefesa.
Fazer isso constitui uma ação criminosa que nenhuma eventual vantagem tática justifica. Dizer que o voo MH-17 da Malaysia Airlines foi confundido com uma aeronave militar não é desculpa. Os operadores deveriam saber.


































